Tendências e dados

2 em cada 5 imóveis alugados no Rio, em SP e em BH são coabitados por animais de estimação, mostra levantamento do QuintoAndar

Percentual de contratos assinados em que os inquilinos possuem pets cresceu durante a pandemia e já se mostra uma tendência nas principais capitais do país.

22 de setembro de 2023

Um levantamento realizado pelo QuintoAndar, maior plataforma de moradia da América Latina, revela que dois em cada cinco imóveis alugados pela plataforma no Rio de Janeiro (41%), em Belo Horizonte (40%) e em São Paulo (43%) têm animais de estimação como moradores.

Além de demonstrar o carinho dos cariocas, paulistanos e belo-horizontinos pelos bichinhos, os dados inéditos e exclusivos corroboram as informações da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), que indicam que o segmento vem crescendo na economia brasileira.

O aumento dos pets nos imóveis cresceu especialmente durante a pandemia. No início da crise sanitária, as adoções de animais chegaram a aumentar até 400%, segundo dados da União Internacional Protetora dos Animais. Apesar de o pico de imóveis alugados com pets ter ocorrido em 2022 nas três capitais, o patamar se mantém elevado, indicando uma tendência nos lares.

No segundo trimestre de 2019, por exemplo, esse percentual era de 36% no Rio de Janeiro; já no segundo trimestre de 2023 ele aumentou para 41%. Em BH, ele cresceu de 29% para 40% no período; e, em São Paulo, foi de 35% para 43%.

“Ter animais como companhia dentro dos imóveis é uma tendência que vem se consolidando em diversas capitais do país. O Censo QuintoAndar de Moradia, feito em parceria com o Datafolha, já mostrou que o Brasil é cada vez mais uma nação de pais de pets”, diz Thiago Reis, gerente de Dados do QuintoAndar.

“Pensando em contribuir para que mais pessoas morem melhor e realizem esse sonho, disponibilizamos desde 2020 para os nossos clientes o filtro de busca ‘aceita pet’, que está entre os mais usados na plataforma.”

O Censo QuintoAndar de Moradia indica que os cachorros são os animais mais frequentes nas regiões metropolitanas das três cidades.

“As pessoas passaram a ficar mais tempo em casa e muitas ainda continuam trabalhando em home office ou em um esquema híbrido, o que fez com que o número de pessoas com bichinhos se mantivesse num patamar bastante alto, afirma Thiago Reis.

“A crescente na demanda de quem busca uma propriedade indica que negociar e ser flexível pode ser uma oportunidade para proprietários encontrarem um inquilino mais rapidamente e criar uma boa relação com aquele que vai habitar sua residência, explica.

Dados da Abinpet mostram que há 167,6 milhões de pets no Brasil e que o país ocupa a 3ª posição no faturamento do mercado mundial, que cresceu 5,4% no ano passado, totalizando US$ 149,8 bilhões.

Metodologia

Para fazer o levantamento, foram considerados todos os contratos assinados pelo QuintoAndar nas três capitais em cada trimestre.

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